3 principais doenças das pálpebras e como cuidar

Quando o assunto é visão, as pessoas redobram o cuidado com medo de complicações mais sérias. Nesse sentido, quando o problema fica bem visível, como ocorre nas doenças das pálpebras, qual seria a urgência para buscar ajuda?

Bem, não é simples responder essa pergunta, uma vez que diversas condições podem acometer a região. Por isso, é interessante que as pessoas conheçam as principais doenças palpebrais. Assim, é possível ter um pouco mais de autonomia na busca por ajuda.

Sem dúvidas, vale ressaltar que o acompanhamento oftalmológico é ideal para evitar maiores problemas. Só assim é possível diagnosticar precocemente condições crônicas e seguir o melhor tratamento. Veja a seguir algumas doenças!

1. Ptose palpebral

Vamos começar por uma condição que não é bem uma doença. Na verdade, ela está mais associada à aparência, uma vez que representa as pálpebras superiores caídas. Então, a necessidade de intervenção é exclusivamente estética, certo?

Errado! Essa queda palpebral pode interferir em algumas competências, como o campo de visão, que diminui. Além disso, ela pode ser um sinal de outras doenças e, por isso, precisa de uma correta investigação. Um possível sintoma que pode ser ocasionado pela ptose é a sensação de peso sobre os olhos. Com o passar do tempo, isso pode se tornar mais prejudicial para o indivíduo.

O tratamento envolve diferentes modalidades. A primeira delas não envolve cirurgia, sendo composta apenas de exercícios visuais, massagens e estímulos. Porém, pode ser necessário indicar um procedimento cirúrgico, mas isso quem vai dizer é o médico!

2. Blefarite

Como tudo na medicina que termina com “ite”, estamos diante de uma inflamação. Neste caso, ela é até bastante comum, além de ter caráter crônico e poder ser persistente. 

A principal causa está relacionada com uma disfunção das glândulas sebáceas da região palpebral. Se sua pele é oleosa, por exemplo, redobre a atenção! Porém, a inflamação também pode ser provocada por outras condições, como infecções das margens palpebrais ou doenças da pele.

Já os sintomas são bem estabelecidos: vermelhidão no local, inchaço nas pálpebras, secura ocular, sensação de areia nos olhos e formação de crostas. Sendo assim, o tratamento vai exigir um cuidado redobrado na higiene. Além disso, ele pode incluir o uso de pomada antimicrobiana e de lágrimas artificiais.

3. Terçol

Por último, vamos para uma doença muito conhecida. Se você não reconhece o nome “terçol”, será que já ouviu “hordéolo”? E “bonitinha”? Pois é, seja na linguagem médica, seja na popular, essa condição tem várias denominações.

Porém, ela é algo simples de se entender: é uma infecção em uma glândula palpebral. Por isso, o terçol pode se encher de pus, o que o deixa inchado, doloroso e com vermelhidão. Geralmente, trata-se de uma infecção bacteriana, assim, talvez seja necessário o uso de antibiótico prescrito por médico oftalmologista para seu correto tratamento.

Em alguns casos, drenagem será espontânea, ou seja, basta aguardar alguns dias e tudo se resolve. Já em outros, pode-se necessitar de compressas, pomada ou até mesmo uma drenagem pelo profissional médico.

Concluímos, enfim, que as doenças das pálpebras podem ser bem simples de se resolver, mas que isso não justifica nenhum descuido. Por mais simples que pareçam, consulte sempre um médico a fim de receber as melhores orientações e condutas. Lembre-se, ainda, que complicações oculares acometem direta ou indiretamente a visão, e você não vai querer nenhum problema visual por descuido, certo?

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Publicado em 28/07/2022

Posted in Doenças oculares

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